Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

O ano passado, fiz isto. Este ano, como não tenho pinga de originalidade, vou fazer o mesmo.

 

Janeiro - Little Jackie - The World Should Revolve Around Me - finalmente uma letra sobre coisas importantes: "So I bide my time with philosophical questions / Not for nothing but what came first?/ The chicken nugget or the egg mcmuffin?"
 

Fevereiro - Gym Class Heroes and Estelle - Guilty As Charged - quanto mais não seja porque passo, à vontade, 300 dos 365 dias do ano, a sentir-me a) absolutamente louca / b) a gym class heroe, por estar às 7 da manhã em cima duma bicicleta que nem sequer anda.

 

Março - Melanie Fiona - Give It To Me Right - dando uma de Pedro Boucherie Mendes (sem a parte da arrogância nem a dos olhos tortos), esta senhora é de Toronto, tem 26 anos e foi uma das revelações do ano - para mim - no que ao R&B diz respeito.

 

Abril - La Roux - In For The Kill - são descritos como "um dueto de Electropop / Synth, e eu sempre gostei de coisas que são pop-maxi-electro-supercalifragilisticexpialidocious.

 

Maio - Lily Allen - The Fear - "Now I'm not a saint but I'm not a sinner / Now everything is cool as long as I'm getting thinner" diz Lily. "My life is pretty much this", diz Joana.

 

Junho - Colbie Caillat - Fallin' For You - Porque o relato de um amor improvável entre uma surfista loira e um badocha de fio de ouro ao pescoço é sempre de valor! Viva o amor entre classes (e percentis).

 

Julho - Laura Izibor - Shine - Esta senhora tem menos um ano que eu, e eu acabei de lhe chamar senhora. Como é possível? Diz que se inspira em Aretha Franklin, e a inspiração está a resultar!

 

Agosto - Marcelo D2 - Desabafo - Muitas horas no Algarve a ouvir "deixa, deixa, deixa", que alguém jurava a pés juntos ser "beija, beija, beija". (Não posso gozar muito com isso, que só este ano percebi que na mítica música dos OMC eles diziam How Bizarre e não Alcazar...)

 

Setembro - Daniel Merriweather - Change - Sai mais uma revelação para o R&B em 2009. From Austrália to the world.

 

Outubro - Greenday - 21 Guns - Falhei o concerto em Lisboa, paciência, não se pode ter tudo e este ano já tinha tido oportunidade de ouvir o José Cid no Festival da Sardinha em Portimão.

 

Novembro - Rua da Saudade - Canção de Madrugar - Podia ser esta ou qualquer outra do Ary dos Santos. Finalmente um tributo que não magoa os ouvidos.

 

Dezembro - Foo Fighters - Wheels - Também foram uma revelação (em 1995). Este ano foram só mais uma confirmação. "When the wheels come down / When the wheels touch ground" é coisa para soar nos meus ouvidos daqui a seis meses, quando for a NY. Isto é, se não houver um terrorista mais jeitoso de mãos que este último, que consiga de facto mandar o avião pelos ares (mais ainda do que ele já estará, em pleno vôo).

 

Considerações acerca da falta de gosto / actualidade / relevância / categoria destas músicas, é favor enviar para mailquenuncavouler@gmail.com. Obrigada.

 

 


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escrito por Joan@ às 00:35
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