Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
Já o conceito de Liquidação Total, eu achava que percebia... até ao dia em que me disseram que não, não envolve motoserras, nem metrelhadoras, nem uma arma branca que seja. Não jorra nem um mililitro de sangue. É uma tristeza, mais parecem os saldos! É que eu juntava o termo "liquidação total" ao "reduções" e fazia todo o sentido. Havia um filme a decorrer na minha cabeça, que foi abruptamente interrompido. Logo quando prometia ficar mais interessante. Não se faz! Afinal é uma espécie de novela da TVI, com muitas empregadas de loja loiras e a mascar pastilha. Desinteressante.


escrito por Joan@ às 09:43
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Deixem cá ver se percebi o conceito dos Saldos.
É roupa que já teve várias oportunidades de ser comprada, mas ninguém quis levar para casa, e que agora é ligeiramente mais barata, mas ainda assim, tem preço superior a zero euros, o que implica que vá ficar na loja para sempre. Porque era preciso pagarem-nos para, no final duma estação, levarmos para casa coisas que nunca quisemos quando até podiam ser úteis. Tipo aquele casaco num tom entre o roxo e o esverdeado, que ainda assim tinha a vantagem de ser quentinho. Ou aquele guarda-chuva com desenhos do Asterix que, pronto, podia ser útil ter no carro em dia de dilúvio.
Não percebo o conceito dos Saldos.


escrito por Joan@ às 09:41
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Se morderem o caroço de uma maçã, vão ver como sabe a massapão! Por alguns instantes é como comer aqueles doces de amêndoa do Algarve, em forma de fruta. É uma engraçada inversão. Ou a prova provada de que a supressão de açúcar causa danos irreversíveis no cérebro humano. Digam não às dietas! Sob pena de qualquer dia estarem a comer brócolos e couve-flor e a pensar como o sabor é curiosamente semelhante ao de um croissant com queijo.


escrito por Joan@ às 09:36
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008
Não subestimem o poder traumatizante que tem um "dia de aniversário" para alguém que detesta falar ao telefone. É que vemo-nos obrigados a fazer um estágio intensivo de telefonista. Conforme as personagens que vão surgindo do outro lado, vamos treinando o nosso lado mais mecânico e formal, naquele que é conhecido por "estilo-atendedor-de-chamadas-pré-gravado", ou a nossa faceta mais espontânea e instintiva, vulgo "recepcionista-de-consultório-médico-dentário-que-falhou-uma-carreira-no-mundo-do-entertainment".
Mas pronto, apesar de tudo há presentes, e bolos, e brindes, e por momentos parece que é Natal outra vez, e tenho outra vez desculpa para actuar como se tivesse nascido em 2002 e não em 86. É bom. Podemos repetir para o ano, então... De preferência com mais SMS, mails, postais, cartas registadas, faxes e telexes. Demasiado contacto verbal, além de cansativo, é demodê!
Olhem, até podem ser daqueles aviões que sobrevoam as praias da Costa da Caparica, dizendo coisas como "cerejinha, i love you" ou "festa tropical na discoteca 3 Irmãos, ladies night". Bem, antes personalizavam a mensagem para mim, como é óbvio... E se calhar enviavam o avião só lá para Maio, porque tendo em conta as previsões metereológicas... era triste vermos no telejornal que tinha morrido um aviador ao largo do Cabo da Roca, quando se preparava para sobrevoar Lisboa com uma faixa a dizer "Monstro Bolero: que contes muitos e bons, repletos de saúde e felicidade!". Ou outra coisa igualmente bonita que não consigo de momento inventar. Acho que preciso de ir ver mais um episódio dos Andrades. Pena não haver em DVD...

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escrito por Joan@ às 11:02
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Ou melhor, "tanto barulho pelas razões erradas". Grande burburinho, enorme exaltação... porque o director da ASAE foi apanhado a fumar depois da meia-noite, num local fechado (atitude que, de resto, o obrigou a ser muitíssimo criativo no início do ano, para inventar uma lei de excepção que lhe assentasse que nem uma luva)... As imagens captadas foram vistas e revistas mais de mil vezes. Festa no Casino, pessoas a fumar. Mas a única coisa que me chama a atenção naquilo tudo, e que me escandaliza mesmo, é o facto dos cinquentões terem todos cartolas com risca prateada enfiadas na cabeça. Isso sim, acho gravíssimo e não me parece que a Lei do Jogo dê cobertura a estas situações absolutamente... ridículas.
Mas, de certa forma, ainda bem que assim é... Porque eu prefiro ter famílias inteiras a fazer triste figura ao meu lado do que um só indivíduo que seja a fumar para cima do meu pequeno-almoço.


escrito por Joan@ às 10:56
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Sabemos que ainda há esperança para o Mundo quando no primeiro dia do ano adormecemos a ver a mítica série "Os Andrades". Quer dizer, adormecemos só depois de acabar, é claro, que ninguém se deixa dormir perante uma trama tão elaborada como a de Zézé, o seu pai Marcial e a imponente avó. Todos do Porto, todos habitantes duma casa cheia de naperons, bibelots e quadros com naturezas mortas. Que saudades!



escrito por Joan@ às 10:40
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