Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Horas depois chego à conclusão que até há vantagens em ir desta para melhor, bater a bota, morrer, falecer, como lhe queiram chamar...

 

É que não é preciso fazer mala.



escrito por Joan@ às 00:43
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Parece-me sempre que tenho pouca roupa. Preciso sempre de comprar mais camisolas, outras calças, uma camisa doutra cor. Faltam-me uns ténis novos, já há meses que não compro. Preciso de mais umas t-shirts. Sim, sem dúvida, tenho pouca roupa.

Até que chega o momento da verdade. O de fazer as malas. E essa roupa (tão pouca) que tenho, de repente, parece multiplicar-se. Fazendo um paralelo (parvo) com este universo das roupagens, eu a fazer malas sinto-me como uma obesa de grau dois a tentar vestir umas calças tamanho 32. De cabedal. E porquê de cabedal? Não sei. Acho que foi só para tornar o momento mais deprimente e desconfortável. Porque ainda tenho ali uma mala aberta a olhar para mim, à espera de solução. Ainda só pus lá metade da roupa e ela já mal se fecha. E tudo isto se resolveria se eu tivesse à mão de semear um Antímio de Azevedo, o guru da meteorologia. Ou melhor, vários Antímios, com diversas especialidades. Um para me dizer que tempo vai estar em Espanha, e em França, e na Alemanha... Outro para me dizer qual vai ser a minha disposição em Espanha, e em França e na Alemanha... Outro para me dizer se vou preferir usar azul, ou verde, ou encarnado... Outro para se deixar destas conversas, ir direito ao assunto e fazer a porcaria da mala duma vez por todas....



escrito por Joan@ às 12:03
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É óbvio que a modalidade olímpica que as pessoas mais gostam de ver são os saltos para a água. Porquê? Porque lhes dá a estranha sensação de estarem de férias. A começar pelo nome. Não tem nada de científico. "Saltos para a água" é designação que se situa no léxico de uma criança da quarta classe. Ficar ali no sofá a ver malta saltar de pranchas para uma piscina faz-nos crer, por momentos, que estamos nas espreguiçadeiras de um hotel a ver miúdos a fazer bombas (algumas mais elaboradas) para dentro de água. A grande diferença é que estes miúdos dos jogos olímpicos - além de terem mais 82% de massa muscular - regem-se pelo estranho princípio de "não fazer muitos salpicos ao entrar na água". O que em primeiro lugar é pouco espectacular e, em segundo, demonstra a falta de rigor deste desporto, em que uma das unidades de medida é o salpico.


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escrito por Joan@ às 11:58
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

A questão da celulite rebelde perturba-me.... A sua existência implica que haja uma celulite bem comportada? O que é que as distingue afinal? Será que a rebelde tem maiores hipóteses de ingressar numas FARC dos tecidos gordurosos da pele? É bem capaz.


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escrito por Joan@ às 12:22
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Para quê tanta decepção com os Jogos Olímpicos? Tantos comentários às prestações da Telma Monteiro e companhia? Isso é tudo um problema de sintonização. Sim, estou a sintonizar o canal errado. Mudem para a RTP Memória e vão ver como é melhor. E não, não me refiro a repetições da prestação de Rosa Mota, mas sim a algo muito melhor, em todos os sentidos. Jogos Sem Fronteiras Europeus, sim senhora. Com Eládio Clímaco a apresentar e a Equipa de Moura a vencer, na derradeira prova. Uma em que vestem umas máquinas aparentadas a Mozart e andam em cima duns rolos de borracha enquanto recolhem instrumentos. E há melhor nação a fazer isso do que Portugal? Claro que não! João Feliz e Hortense Ramos fazem-no como ninguém, e Eládio exulta, dizendo que a imensa planicie alentejana está feliz por Moura. Eu também estou. Apesar de estar em Lisboa e de já terem passado uns doze anos. O que importa é que Portugal ganha (e a Grécia, por sinal, fica em último). Para mim está provado que não há melhor competição que esta.



escrito por Joan@ às 12:15
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