Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

O que acham deste novo programa do Governo, implementado no último mês? Uma espécie de Allgarve a nível climatérico?

Não estão a par?

Passo a explicar: já que a grande maioria dos portugueses não tem dinheiro para ir de férias, muito menos para fora do país, temos tido de forma inteiramente gratuita, uma amostra dos vários climas do mundo. Hoje é como se estivessemos na América do Sul. É espectacular. Peganhento e abafado, mas espectacular.



escrito por Joan@ às 15:42
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A melhor personagem dos Contemporâneos, sem sombra de dúvida.

 

 


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escrito por Joan@ às 15:40
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Não era de investigar este estranho desejo da malta do Norte, de encarnar aqueles crocodilos das máquinas de jogos, que saem alternadamente das tocas para lhes darmos marteladas certeiras na cabeça?


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escrito por Joan@ às 18:36
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Uma senhora concorre ao passatempo do Você na TV. Tem de adivinhar como se chama o objecto como nome de ilha, que vestimos para ir à praia.

Ela pensa, pensa, pensa... Dão-lhe uma pista. Começa com B.

Ela pensa mais um pouco e diz que é fato de banho (talvez acometida pelo espírito de Bond, James Bond, pensando em "banho, fato-de-banho"). Quanto a mim já foi uma sorte ela não dizer que vai sempre para a praia envergando uma Berlenga.



escrito por Joan@ às 08:43
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Domingo, 21 de Junho de 2009

Passo, em modo zapping, pela TVI. Grande plano de uma mão a temperar salada com azeite Oliveira da Serra. Durante tritnta segundos. Depois vêem-se as caras preocupadas de um casal, e a senhora diz: "a salada está temperada". Muitos diriam que não sabem o que é que esta cena acrescentou à história. Eu sei. Colesterol. LDL. Em quantidade abundante.



escrito por Joan@ às 22:37
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Quando o nosso banco nos envia uma carta dizendo:

"Assim, vimos por este meio informá-lo que, usando da prerrogativa acima mencionada, iremos proceder ao exercício do switch", o que podemos dizer?

 

- Força, mas tenham cuidado, não se aleijem.


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escrito por Joan@ às 15:34
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Depois de muitas horas a escrever, há momentos, raros, em que nos rimos (com vontade) de alguma coisa fabricada por nós. Não é necessário que seja algo muito engraçado, muito menos uma grande ideia... Não tem sequer que ter piada. Tem só de nos tocar num nervo qualquer. Da mesma forma que aos heróis se pede nervos de aço, aos guionistas deve exigir-se (para obtenção de carteira profissional, ou de um porta-moedas, pelo menos) qualquer coisa como nervo de plasticina. Foi o que aconteceu há bocado. Ao fim de muitas páginas de um guião que será filmado em breve, ri-me com esta estupidez que aqui vos deixo:

 

Primeiras explicações: a maquilhadora sofre de Parkinson. Treme imenso mas é óptima pessoa, a Paulinha. Há quem diga que ela é cinco estrelas, nós dizemos que é um 9 na escala de Richter.

 


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escrito por Joan@ às 12:30
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Aviso: este post não contém SPOILER porque o filme não contém HISTÓRIA!

 

Fui ver o Starcrossed (filme semi-português, semi-inglês, traduzido para "Amor em Jogo").

E porquê? Porque acho muito injusto ver tantas novelas da TVI sem pagar nenhuma taxa. Já me sentia mal com isso e queria desesperadamente dar dinheiro a produções desse género.

Nunca pensei é que pudesse ser tão bom! Do início ao fim! Desde o sotaque inglês de alguns actores, a dar ares de Zézé Camarinha, até uma empregada doméstica de sessenta e tal anos que se chama Carla, mas que ao mesmo tempo é mãe da patroa, e avó da protagonista, e que serve para todo o tipo de recados, incluindo dizer ao apaixonado da neta que ela se quer encontrar com ele. Realmente, para quê SMS quando temos uma avó? (ou uma mulher-a-dias, ou lá o que a senhora era!). É muito mais prático. E onde é que os dois apaixonados se vão encontrar às escondidas? Na ponte D. Luís, um sítio bem discreto onde não passa ninguém! A cada cena, uma nova surpresa... Seja um diálogo inspirado como "avó, eu gosto tanto dele", ao que a avó responde "eu também gosto de café mas não vou buscar os grãos à Colômbia", seja o momento em que duas equipas profissionais de futebol (qualquer coisa como Porto - muito bem disfarçado sob o nome "Invicta" e Benfica) resolvem jogar futebol na rua, numa espécie de anúncio da Adidas, com terra batida com fartura e tudo! (E já nem queria falar da parte em que o Diogo Morgado sofre uma entrada violenta e cai de um muro abaixo, aterrando em cima duns canteiros e indo para o hospital para todo o sempre - nunca mais ninguém o vê - provavelmente tinha coisas combinadas e não podia filmar mais. Fez bem).

 

 

Também não é de menosprezar a cena da festa em que alguns convidados estão mascarados de árabes, outros nem tanto, e todos dançam uma espécie de valsa ao som de fado. Ou o desespero da menina ao ver o pai rasgar-lhe o bilhete de avião, numa altura em que todos os bilhetes são electrónicos (mas também se compreende, há que ter coerência: ela ainda usa uma avó em vez de mensagens escritas). A dor dela atinge o limiar máximo quando lhe tiram o passaporte, impedindo-a assim de ir para onde? Papua Nova Guiné? Estados Unidos da América? Mauritânia? Não. Inglaterra.

Este filme, aparentemente tão moderno, rodado no Estádio do Dragão, deve ser na verdade um filme de época (não tinham é dinheiro para os figurinos). É que não só as comunicações móveis e a internet eram quase inexistentes, como a União Europeia e a livre circulação de pessoas e bens era uma miragem!

Last but not least (também eu fiquei contaminada com a bilingualidade do filme) o facto da protagonista ter sido dada como morta e levada para a morgue quando ainda estava bastante viçosa e com boas cores.

 

As estrelas do planetário não são suficientes para classificar este filme.

Mas há uma constelação que serve perfeitamente para classificar a minha ideia de ter ido vê-lo: ursa maior. (Mas sem qualquer arrependimento!)

 


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escrito por Joan@ às 13:07
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Terça-feira, 16 de Junho de 2009

A TVI vai ter (mais) uma novela cheia de realismo e acção. Eu achava que até meados do século XXI não iria ver-se nada, na ficção nacional, capaz de superar a mítica "cena do leão" (assim designada e leccionada em cursos de dramaturgia um pouco por todo o Mundo). Para os mais esquecidos, relembro (enquanto me pergunto como é possível esquecer uma coisa dessas): uma senhora é brutalmente atacada por um leão, no meio da savana, enquanto Dalila Carmo e Nuno Homem de Sá fogem - ele dispara tiros de caçadeira para o ar e ela grita, desesperada.

Pelo que vi na apresentação de "Sentimentos", vem aí um olhar de terror capaz de superar o de Alexandra Leite, perante o leão esfaimado: é de Diogo Amaral (e de um comparsa surfista) ao perceber que se aproxima uma onda gigantesca.

É verdade. Depois de outra (também mítica) novela TVInense que começa com a explosão do World Trade Centre, surge uma nova (e apaixonante, aposto) história, que tem como pano de fundo o Tsunami.

A questão é: será que o pequeno Martunis reforçará o elenco infantil?

Esta telenovela até podia ter uma grande premissa inicial, se eles estivessem na Praia dos Tomates e não na Indonésia. Se aquilo que Diogo Amaral estivesse a avistar, com olhar esgazeado, fosse a falsa onda gigante avistada em Vilamoura aqui há uns anos, tinhamos uma novela que prometia... Assim sendo, temos só mais uma, inserida na escola trágica. Escola essa que ainda há-de nos dar grandes capítulos iniciais de novelas, com Vera Kolodzig a bordo de um Airbus com falhas mecânicas, José Carlos Pereira internado num hospital mexicano, com gripe suína, ou Rita Pereira a atravessar a ponte de Entre-os-Rios em cima de um cavalo, fugindo de Josef Fritzl, que quer trancá-la na cave.



escrito por Joan@ às 11:14
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Duas afirmações que marcaram o meu domingo:

"Já estou há 15 dias sem Everfit" e "dou-me muito bem com sedas".

 

 


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escrito por Joan@ às 15:52
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