Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

Por ter passado, à meia noite, um dos melhores filmes de comédia nacional dos últimos anos: O Contrato.

 

 

 


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escrito por Joan@ às 17:07
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Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

Não vi no cinema, e nem sequer foi realizado em 2010 (é do ano anterior). Mas foi este ano que dei de caras com ele (a meio dum enfadonho voo de regresso a Portugal) e gostei muito. A prova de que uma boa ideia pode dar origem a um bom filme, sem serem necessários efeitos especiais, orçamentos dignos do BPN ou a Soraia Chaves em pelota.

 

http://www.youtube.com/watch?v=Xj62HFpz3PU

 

 

 


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escrito por Joan@ às 02:01
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Aviso: este post não contém SPOILER porque o filme não contém HISTÓRIA!

 

Fui ver o Starcrossed (filme semi-português, semi-inglês, traduzido para "Amor em Jogo").

E porquê? Porque acho muito injusto ver tantas novelas da TVI sem pagar nenhuma taxa. Já me sentia mal com isso e queria desesperadamente dar dinheiro a produções desse género.

Nunca pensei é que pudesse ser tão bom! Do início ao fim! Desde o sotaque inglês de alguns actores, a dar ares de Zézé Camarinha, até uma empregada doméstica de sessenta e tal anos que se chama Carla, mas que ao mesmo tempo é mãe da patroa, e avó da protagonista, e que serve para todo o tipo de recados, incluindo dizer ao apaixonado da neta que ela se quer encontrar com ele. Realmente, para quê SMS quando temos uma avó? (ou uma mulher-a-dias, ou lá o que a senhora era!). É muito mais prático. E onde é que os dois apaixonados se vão encontrar às escondidas? Na ponte D. Luís, um sítio bem discreto onde não passa ninguém! A cada cena, uma nova surpresa... Seja um diálogo inspirado como "avó, eu gosto tanto dele", ao que a avó responde "eu também gosto de café mas não vou buscar os grãos à Colômbia", seja o momento em que duas equipas profissionais de futebol (qualquer coisa como Porto - muito bem disfarçado sob o nome "Invicta" e Benfica) resolvem jogar futebol na rua, numa espécie de anúncio da Adidas, com terra batida com fartura e tudo! (E já nem queria falar da parte em que o Diogo Morgado sofre uma entrada violenta e cai de um muro abaixo, aterrando em cima duns canteiros e indo para o hospital para todo o sempre - nunca mais ninguém o vê - provavelmente tinha coisas combinadas e não podia filmar mais. Fez bem).

 

 

Também não é de menosprezar a cena da festa em que alguns convidados estão mascarados de árabes, outros nem tanto, e todos dançam uma espécie de valsa ao som de fado. Ou o desespero da menina ao ver o pai rasgar-lhe o bilhete de avião, numa altura em que todos os bilhetes são electrónicos (mas também se compreende, há que ter coerência: ela ainda usa uma avó em vez de mensagens escritas). A dor dela atinge o limiar máximo quando lhe tiram o passaporte, impedindo-a assim de ir para onde? Papua Nova Guiné? Estados Unidos da América? Mauritânia? Não. Inglaterra.

Este filme, aparentemente tão moderno, rodado no Estádio do Dragão, deve ser na verdade um filme de época (não tinham é dinheiro para os figurinos). É que não só as comunicações móveis e a internet eram quase inexistentes, como a União Europeia e a livre circulação de pessoas e bens era uma miragem!

Last but not least (também eu fiquei contaminada com a bilingualidade do filme) o facto da protagonista ter sido dada como morta e levada para a morgue quando ainda estava bastante viçosa e com boas cores.

 

As estrelas do planetário não são suficientes para classificar este filme.

Mas há uma constelação que serve perfeitamente para classificar a minha ideia de ter ido vê-lo: ursa maior. (Mas sem qualquer arrependimento!)

 


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escrito por Joan@ às 13:07
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Terça-feira, 31 de Março de 2009


Já estou a contar os dias para a estreia disto.


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escrito por Joan@ às 12:29
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Depois d"O Turista Acidental" acho que alguém devia realizar "O Bombeiro Involuntário".


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escrito por Joan@ às 00:26
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Domingo, 28 de Dezembro de 2008

Esta é a altura do ano em que, ultrapassados que estão os votos de "Boas Festas", se avança nos jornais, nos blogs e nas tascas em geral, para os tops de 2008. Sim senhora, tudo bem, eu até gosto de listas. Mas acima desse gosto (e de todos os outros) está a minha preguiça. Assim, prevenindo já a possibilidade de ser obrigada a fazer um ranking, evito ir ao cinema entre Janeiro e Dezembro. Reduzo essas experiências ao mínimo, para ser mais fácil opinar no final. Acho que em 2008 as únicas vezes que me desloquei ao cinema foram para ver Lars e o Verdadeiro Amor, The Darjeeling Limited e o Wall-E. Há quem os avalie com estrelas, a minha escala varia entre dormir profundamente, cochilar ou passar pelas brasas. Nunca estou totalmente desperta, independentemente da qualidade do filme. A combinação do conforto da cadeira com a escuridão é um poderoso soporífero para mim. E nos três casos, não dei os cinco euros por bem empregues. Sobretudo no caso do Lars e da sua boneca insuflável. Absolutamente inenarrável.

Em casa vi mais algumas coisas, como Juno ou My Blueberry Nights (desde então conhecido como "As Minhas Noites de Mirtilo", pena os tradutores não terem actuado desta vez), ou 88 Minutos. Nenhum deles ficou para a (minha) história. Em compensação passei parte do meu Verão a ver filmes tão actuais como Million Dollar Baby, Os Amigos de Alex, Manhattan, Annie Hall ou Ana e As Suas Irmãs. E parte do inverno (muitas horas seguidas) a analisar cena a cena o Casablanca.

São esses os meus filmes de 2008. Com jet lag, mas com histórias que ficam.


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escrito por Joan@ às 05:08
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Está aí o Natal.

E não digo isto pela secção de chocolates dos hipermercados, que já em Novembro me fez parar e perguntar se estavamos perto da Páscoa (tristemente verídico este episódio), nem sequer pela epidemia de Pais Natal Trepadores que já se vêem junto das janelas, competindo com as bandeiras desbotadas da era Scolari. Não digo isto sequer pelas iluminações das ruas, os panfletos do Toys R Us ou as árvores de natal que sofrem de gigantismo um pouco por tudo o que é centro comercial...

Digo isto, com toda a certeza, porque ontem deu o Sozinho em Casa 3 na televisão.

A quadra natalícia já não é marcada pela cerimónia de montar a árvore de natal ou o presépio. É marcada pela filmologia de natal, mais especificamente pelo sub-género "crianças abandonadas". Começamos por esta versão fraquinha, com um miúdo que nem é o original, e à medida que nos aproximamos de dia 24 chega o verdadeiro Macaulay Culkin (este nome soa sempre melhor quando dito por miúdos da pré-primária, é que eles sempre têm desculpa para se engasgar). Quando vemos o espectacular "Perdido em Nova York" deixamo-nos invadir pelo espírito de natal, e preparamo-nos para ver, em pleno dia 25, o ET, recitando de cor todos os diálogos do filme. Com sorte, antes do entardecer ainda temos direito a ver os Goonies. E para os resistentes, que não morrem intoxicados com as doses cavalares de peru (repararam na incongruência de juntar cavalos e perus?), há sempre um qualquer filme de três horas sobre a vida de Cristo.

Ámen.



escrito por Joan@ às 03:29
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Depois de 30 horas do Seminário Story, que foram na verdade um bocadinho menos quando dei por mim a reviver tempos da faculdade e a "baldar-me" às aulas clandestinamente, um único comentário é possível: "dói McKee".

Mas valeu a pena.

 

E esta música, sem dúvida, fica na cabeça.

 


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escrito por Joan@ às 12:46
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Sábado, 19 de Abril de 2008

Já tinha acontecido.

Cruzamentos felizes entre o mundo da trocadilhagem portuguesa e o cinema internacional. Kung Fu Zao é um dos exemplos. Mas hoje abri o jornal e encontrei mais e melhor: Donkey Xote.

Não é preciso dizer mais nada.


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escrito por Joan@ às 12:07
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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007
Sei de fonte segura (como sempre) que o próximo blockbuster português, a seguir a Corrupção, vai chamar-se... "Doidos por Maddie".
Que piada tremendamente má.
Mas gostei tanto de poder escrevê-la....
Pronto, já passou.


escrito por Joan@ às 17:07
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