Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

 


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escrito por Joan@ às 23:57
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O quanto gosto do Natal é proporcional ao quanto detesto o pós-Natal. Odeio o fim de festa. Os presentes são muito giros de receber, mas chatos de arrumar. E sobram os papeis de embrulho, e as sobremesas que já não podemos mais ver, e o peru a ressequir. E há um hiato cheio de dias que servem, para alguns, para esperar pelo fim de ano. Eu só espero pelo ano novo. Não gosto de fins (mesmo quando os meios os justificam!).


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escrito por Joan@ às 12:22
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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

Este é provavelmente o último Natal de sempre, por isso... comam azevias, sonhos e rabanadas sem temer uma indigestão, caso sejam fãs comprem todo o stock de especialidades Ferrero da mercearia mais próxima, tratem pela primeira vez realmente bem a vossa família na Consoada (não insultem a vossa tia só porque não temperou o peru, nem atirem as meias de lã à cara da vossa avó), gastem todo o dinheiro em presentes porque o que vos sobrar, assim como assim, vai todo para impostos no ano novo. Nunca a expressão "como se não houvesse amanhã" fez tanto sentido. Sabemos lá nós se em 2011 não fomos já comprados pela China e transformados numa gigantesca loja de chineses, cheia de coisas em PVC e bandeirinhas de Portugal. Vamos aproveitar enquanto é tempo. Já se diz por aí (e sobretudo pelos corredores do parlamento europeu) que acabou o Natal (xmas is over, noel c'est fini, navidad ha terminado)...

 

 

 

 

 


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escrito por Joan@ às 22:55
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Domingo, 24 de Outubro de 2010

Diz o dicionário que ilusão é "engano nos sentidos ou pensamentos". E há lá melhor coisa do que andar enganado?!

O Pai Natal tem muito mais encanto antes de percebermos que é o nosso primo mais velho com um fato encarnado dos chineses. Perceber que um Pai Natal domina o idioma português é o primeiro passo para a desilusão. Toda a gente sabe que a nossa expansão não passou pelos lados da Lapónia, qual era a probabilidade de um velhote gordo e de barba ter suficiente proactividade para se inscrever num curso livre de "Português para estrangeiros"? Ainda assim fazemos o possível por continuar iludidos. Somos miúdos mas não somos estúpidos, tentamos é esticar a corda enquanto ela não rebenta. Enquanto o nosso primo não estica demasiado o braço e mostra aquele relógio que só ele é que tem e que se esqueceu de tirar para encarnar o Pai Natal... Amadorismo.

Na televisão o engano profissionaliza-se, o amadorismo fica de lado e há gente que se forma e se prepara para conseguir enganar o melhor possível. E nós acreditamos! Quanto mais trabalhos faço para essa coisa a que tantos insistem em chamar "caixa mágica", melhor percebo o quão acertado é este termo. A televisão é de facto como aqueles kits de magia que nos dava o nosso primo Diogo, ai, desculpem, o Pai Natal. Lá dentro está cheia de truques, lenços que se transformam em coelhos brancos, moedas falsas e mangas postiças de onde saem pombos (nunca tive um kit tão evoluído assim, confesso). A televisão é, toda ela, um truque digno de David Copperfield nos seus melhores anos. Serram senhoras ao meio e nós não percebemos para onde é que elas vão, sorteiam carros e casas e nós acreditamos sempre que é tudo feito de forma idónea - e não combinado com uma tia do assistente de realização, fazem reality shows e nós não nos intrigamos com o facto de na ficha técnica haver equipas inteiras de guionistas.

Robert Redford tentou alertar-me para isso há muitos anos, com o seu "Quiz Show" mas aí pensei "isto é cinema, não é realidade". Nunca consegui ser crédula no que à sétima arte diz respeito. Talvez por se desenrolar num cenário tão imponente, com um ecrã tão gigantesco e disforme, com um aparato que não é compatível com a nossa verdade da vidinha de todos os dias. No cinema, sempre que há sangue eu penso no trabalhão que deu à equipa de maquilhagem, sempre que alguém cai dum prédio eu reparo que não se vê a cara do duplo que, coitado, teve que saltar do arranha céus abaixo.

Passei mais de metade da minha vida ou a olhar para um ecrã, ou a ouvir coisas que vinham dum ecrã, ou a comentar coisas que saíram desse ecrã. E ultimamente tenho ouvido histórias que põem em causa tudo aquilo que eu tomava como verdadeiro. É um choque! Descobrir, aos 24 anos, que a Gisela Serrano do Masterplan não era casada com aquele trinca-espinhas, que eram um casal formado num casting, é devastador. É coisa para me fazer ir às Tardes da Júlia no dia em que o tema for "sonhos destruídos" (é provável que as pessoas que lá vão sejam figurantes também, ainda é coisa para me render uns bons dez euros). E como esta história há tantas, tantas outras, que obviamente vou guardar para mim, porque não quero fazer o papel daquele miúdo que vai avisar os irmãos mais novos de que o Pai Natal é afinal o primo Diogo.

Para o dicionário ilusão é também uma "esperança irrealizável", e deve ser isso que explica que eu continue a fazer o esforço diário de esquecer que é tudo combinado e olhar para a televisão com o fascínio e os olhos esbugalhados doutros tempos. É difícil, mas com esforço chega-se lá. Este Verão tambem consegui estar na Disney World e acreditar que o Mickey era verdadeiro, e não um estagiário venezuelano a transpirar dentro dum fato de peluche. Não há limites para mim, no que à ingenuidade diz respeito. Venha de lá mais uma dose de Casa dos Segredos.



escrito por Joan@ às 11:05
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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

Se o Natal é quando um Homem quiser, e até implica nascimentos de meninos Jesus e parafernália do Pai Natal e das renas, é óbvio que a passagem de ano também é quando nós quisermos. Até porque não afecta a vida de nenhuma personagem mais ou menos mítica (ou publicitária), mas tão só uns números no calendário.

Assim, a minha passagem de ano está marcada para dia 13 de Janeiro. Às dez da noite. Podia ser à meia noite, mas já que estou numa de liberdade escolha, antecipa-se duas horas, até porque quero dormir cedinho (para entrar saudável no ano novo!).

 


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escrito por Joan@ às 23:53
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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

E porque quem tenha lido o último post pode dizer "Credo, para a Joana o natal é só consumismo" (exemplo aplicável unicamente à minha avó, pessoa que usa a palavra credo), resolvi escrever as linhas que se seguem. Para vos provar que não, não é só de compras que se trata. O Natal na minha família é também:

 

- a minha avó a queimar o arroz e a debater-se com um peru maior que ela (depois de ter abandonado, tristemente, quanto a mim, a ideia peregrina de fazer este ano "uma instalação de peru, com os bifinhos de peru que for comprando todos dispostos, a imitar um peru verdadeiro").

 

- a minha (mesma) avó a ficar sem electricidade em casa e a cozinhar à luz das velas, enquanto toda a família discute, numa espécie de pimponeta-pitá-pitá-pitucha-plim à distância, para ver quem vai lá ensinar à matriarca o que é um quadro e um disjuntor.

 

- os meus pais a discutirem com o meu tio em torno da questão "quem é mais porco: o povo espanhol ou o português?".

 

- os meus pais, o meu tio, a minha tia e o meu irmão a discorrerem sobre bancos, banqueiros, quiçá alguns bancários, e crise financeira em geral.

 

- a minha mãe a dar embrulhos às pessoas cujo conteúdo desconhece porque, tal como confessa facilmente "são sobras do ano passado, achei que era outra coisa..."

 

- o meu pai a correr a rua toda para descobrir a solução doutro importante debate: "é preciso ou não comprar selo do carro?" (todos os pretextos são válidos para abandonar o lar em noite de consoada... há quem diga que vai comprar cigarros, mas ele já nem fuma)

 

- eu a discutir com a minha mãe porque umas botas que uso de ano a ano desapareceram... para cinco minutos depois vir a saber que as deitou fora pensando que eram outras.

 

- a minha tia, que em tempos era um Pai Natal em quem eu acreditava piamente, ficar com um sono descontrolado depois do primeiro (e felizmente último) gin tónico, mas querer mostrar, ainda assim, os seus dotes para o fado-canção. Felizmente costumamos conseguir demovê-la.

 

- o meu irmão a dar várias voltas à casa por ter perdido, à vez, os comprimidos para a garganta, a carteira, o telemóvel ou o maço de tabaco (pelo menos este ainda tem pretexto se quiser ir à rua e nunca mais voltar).

 

- a minha avó a protagonizar cenas de enorme tensão com todos os familiares, quando encena o seguinte excerto shakesperiano (com os embrulhos na mão): "porque é que fizeste uma coisa destas?", "porque é que foram gastar dinheiro comigo?", "eu não tenho presentes à altura para vocês, que traição".

 

E é assim. Todos os anos. Com algumas variantes. O ano passado tinha ficado o arroz, queimado que estava o peru. A discussão talvez tenha sido sobre a guerra no Iraque. A minha tia talvez tenha bebido martini, o meu irmão talvez tenha perdido comprimidos para o estômago e não para a garganta. Mas a tradição ainda é o que era. O meu pai continua obcecado com a urgência de deitar fora todo o papel de embrulho, como se ele fosse auto-destruir-se em três segundos. A minha mãe ainda faz borrego em massa folhada (o "em" aqui é importante), ignorando toda e qualquer tradição de bacalhau com batatas. E eu continuo a estar acordada até às tantas. Antigamente era a montar as peças todas dos jogos que recebia. Agora é a escrever aqui, o que é basicamente a mesma coisa. Se bem que eu trocava isto por um bom e velho Mototope, um Dragabolas, um Operação, um Crocodilo no Dentista ou as clássicas plasticinas da Play Doh.

 

No fundo, o Natal continua a ser apenas e só consumismo. Mas como os presentes não nos ocupam tanto como isso, com manuais de instruções e regras de jogo, temos de desenvolver teorias em torno do espírito natalício. Coisas como harmonia familiar e assim. E a verdade é que ao fim dumas garrafas de vinho e duma quantidade de doces superior à permitida por lei, qualquer teoria que queiram vender-nos parece muito válida. Desde que não nos obriguem a levantar do maple. Maple, outra homenagem à minha avó. O arroz queimou-se mas não faz mal. Foi Natal na mesma.


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escrito por Joan@ às 01:28
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Depois de ter enganado toda a família, e até alguns amigos mais incautos, fazendo com que todos acreditassem que eu me portei bem e mereci, de facto, receber alguma coisa este ano, não há nada como esfregar as mãos de contentamento (e de frio, que parece que estamos em Moscovo) e contabilizar os bens arrecadados. É sempre bom ver que a maioria dos meus embrulhos não vem de lojas sérias e dignas. Por um lado, dá-me logo a certeza de que não são meias (por acaso a teoria falha, porque recebi umas bem boas, da Minnie), por outro lado, dá alegria a todo o meu agregado familiar, que por momentos acredita que ainda há crianças, que o Natal (e a vida em geral) ainda faz sentido...

Portanto, foi com agrado que recebi mais do que um artigo com a imagem deste senhor:

 

 

Depois, alguém que trabalha comigo todos os dias, achou por bem (sabe-se lá porquê!) dar-me uma punching ball, e as respectivas luvas.

 

 

Agora sim, estou com vontade de pôr mãos à obra em 2009, no regresso ao trabalho. Literalmente. Recebi também uma coisa que já é tão tradicional como o bolo rei, mas com a vantagem de não ter frutas cristalizadas.

 

 

Depois de tantos anos em que esperei pel'A Minha Agenda, e ela nunca chegou, agora tenho uma agenda à altura. Não traz receitas de brownies como a outra, nem sopas de letras, mas promete mudar a vida duma pessoa, com tarefas tão edificantes como:

- this week open a home restaurant

- this week uglify yourslef to escape from the tyranny of appearance

- this week share your every thought with others

- this week treat people according to how much money they have

- this week make friends with an insect

Sou capaz de perder alguns amigos pelo caminho, mas a minha vida irá certamente mudar mais do que se lesse O Segredo.

 

 

 

Depois disto, só falta arranjar uma lista como a do amigo Earl. Nada como ver a terceira temporada para me inspirar. Esta é das minhas telepaixões mais recentes, mas não há amor como o primeiro, por isso vou passar os próximos dias fechada em casa a (re)ver e a dizer as deixas da família Keaton em voz alta:

 

 

É apenas e só a melhor sitcom de sempre. Com o bónus de incluir o "grande" Michael J Fox.

Recebi também o DVD destes senhores, que são uma das séries de culto do ano, e como tal tenho ânsia e medo de assistir à coisa. Porque o último fenómeno que me chegou às mãos, aqui há uns tempos, chamava-se Larry David com o Curb your enthusiasm. E digamos que tive uma espécie de reacção alérgica. Ainda hoje tenho suores frios se avistar o senhor David. De qualquer modo estou esperançada com estes dois:

 

 

 

Houve ainda espaço para algumas coisas de gente crescida, nomeadamente casacos, carteiras e malas adquiridas aqui, aqui e aqui. Esta última tem uma enorme vantagem. E não me refiro ao facto das malas recicladas ajudarem o ambiente. Nada disso. Mas é que sendo feitas a partir de telas publicitárias, pode sempre dar-se o caso da minha actual mala ter sido uma ex-tela da Júlia Pinheiro vestida de samurai, a anunciar créditos por telefone. Lembram-se? Eu nunca esquecerei, e quer-me parecer que o tom da mala dá ares do novo cabelo da senhora.

 

De facto, desde que deixei de acreditar no Pai Natal e passei a acreditar na minha rede de contactos esta parte dos presentes corre sempre muito melhor. Mas, se o caro leitor ainda não me ofertou coisíssima nenhuma, não se preocupe. Aceito presentes até dia 31 de Dezembro. E depois volto a aceitar dia 3 de Janeiro, numa nova efeméride. Agora festejámos o nascimento do menino Jesus, dia 3 festejamos o da menina Joana. Escusam de trazer incenso e mirra...


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escrito por Joan@ às 00:55
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Está aí o Natal.

E não digo isto pela secção de chocolates dos hipermercados, que já em Novembro me fez parar e perguntar se estavamos perto da Páscoa (tristemente verídico este episódio), nem sequer pela epidemia de Pais Natal Trepadores que já se vêem junto das janelas, competindo com as bandeiras desbotadas da era Scolari. Não digo isto sequer pelas iluminações das ruas, os panfletos do Toys R Us ou as árvores de natal que sofrem de gigantismo um pouco por tudo o que é centro comercial...

Digo isto, com toda a certeza, porque ontem deu o Sozinho em Casa 3 na televisão.

A quadra natalícia já não é marcada pela cerimónia de montar a árvore de natal ou o presépio. É marcada pela filmologia de natal, mais especificamente pelo sub-género "crianças abandonadas". Começamos por esta versão fraquinha, com um miúdo que nem é o original, e à medida que nos aproximamos de dia 24 chega o verdadeiro Macaulay Culkin (este nome soa sempre melhor quando dito por miúdos da pré-primária, é que eles sempre têm desculpa para se engasgar). Quando vemos o espectacular "Perdido em Nova York" deixamo-nos invadir pelo espírito de natal, e preparamo-nos para ver, em pleno dia 25, o ET, recitando de cor todos os diálogos do filme. Com sorte, antes do entardecer ainda temos direito a ver os Goonies. E para os resistentes, que não morrem intoxicados com as doses cavalares de peru (repararam na incongruência de juntar cavalos e perus?), há sempre um qualquer filme de três horas sobre a vida de Cristo.

Ámen.



escrito por Joan@ às 03:29
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Os Devotos de Neno existem desde 2001 e eu só os descobri esta semana! Esta demora é muito triste mas foi imediatamente suplantada pela alegria que estes devotos me deram.

E porquê?

Em primeiríssimo lugar porque comemoram o Nenatal, isto é, o nascimento de Neno, a 27 de Janeiro. O Nenatal é capaz de ser a maior invenção desde a roda (e desde o próprio nascimento de Jesus também). E o que fazem os devotos de Neno? Além de idolatrarem 24 horas por dia o grande guarda-redes (e cantor) português, preparam a cerimónia de Janeiro ao pormenor: com nenépio (o presépio deles) e árvore de Nenatal! Ah, e claro, não falta o bolo Neno. Têm belas orações como o "Neno Nosso" e lêem passagens da sua (muito) própria Bíblia - os nenículos.

 

 

 

Em honra daquilo a que chamam "O Milagre das Redes", os Devotos de Neno fizeram esta letra:

 

«Maxilar na rede»


«O maxilar na rede o Neno prendeu
E o tiro de Mangonga o Neno defendeu
O maxilar na rede o Neno prendeu
Mas sobreviveu

Ele sai-te aos pés se tu te acanhas
Ele sai dos postes sempre às aranhas
Se disseres mal do Neno e das suas façanhas olha que apanhas»


«Ele prendeu o maxilar na rede, mas em vez de morrer disse: está boa
Ó Neno, Ó Neno, Ó Neno nas alturas
Em coro: Ó Neno nas alturas»

 

Eu própria considero-me, a partir de hoje, uma devota de Neno, ainda que à distância. Uma espécie de "Nena Honorária".

 


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escrito por Joan@ às 18:08
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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007
Fico na dúvida quanto à minha idade quando: sou a única pessoa da família que bebe "sumo de maçã" em vez de vinho... há dias fiz uma "caça ao tesouro" num jardim, em busca de prendas (aí fiquei também com uma dúvida sazonal - parecia que estava na Páscoa), e agora, olhando para os presentes todos, o meu eleito é um peluche. Sim. Nada daquelas coisas melosas e nojentas de tão fofinhas, prometendo amizade para sempre, com corações e padrões amorosos. Isso, mais do que infantil, seria estúpido. Isto, talvez me coloque na faixa etária dos cinco anos mas... Deixa-me muitíssimo feliz e com uma nova missão para os próximos dias: encontrar um local digno dentro deste quarto para alojar o meu Stitch!



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escrito por Joan@ às 18:14
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